sexta-feira, 15 de julho de 2016

Você já recebeu o convite para as bodas do filho do Rei?



Mateus 22.1-14
Temos aqui uma parábola que relata as coisas concernentes ao reino dos céus. O que ela tem para nos ensinar?
Deus preparou um banquete para o casamento de seu Filho. E como já é de costume, sempre se convida outros para participarem da festa de casamento. Naquela época se mandava um convite inicial e outro na hora em que tudo já estava preparado. Mas percebemos que, na primeira investida, as pessoas já rejeitam o convite, já demonstram ingratidão a Deus. Mas Deus não desiste, uma vez que tudo já está preparado. Deus manda novamente o convite e, novamente, as pessoas o rejeitam, pois estão mais preocupadas com seus trabalhos e negócios do que em participar da festa de casamento do Filho de Deus. Além disso, alguns convidados agarram os servos, os maltratam e matam alguns deles. Então, o Rei manda seu exército, o qual destrói aqueles assassinos e queima a cidade deles.
Segundo alguns teólogos, esse texto até o v.7 se refere ao tempo em que Jerusalém foi destruída (70 d.C.). Acredito que, independente da época a que se refere a passagem, o que precisamos levar em conta é de que o convite foi feito, mas foi rejeitado. E isso já diz muita coisa para nós.
Contudo, a partir do v.8 vemos o convite sendo estendido para todos, para pessoas boas e para gente má. E, diante disso, vemos que a sala do banquete ficou cheia de convidados. Mas, no momento em que o Rei entra na sala, ele vê que ali há um homem que não está com a veste nupcial e, por isso, ordena que este seja jogado para fora da festa. Aqui precisamos lembrar que, naquela época, o Rei dava uma roupa (veste) que seus convidados deveriam usar no dia da festa. A roupa de casamento era providenciada pelo anfitrião para que todos estivessem vestidos adequadamente e para que os pobres não se sentissem desprezados. Ou seja, todos na festa tinham a mesma roupa. É por isso que o Rei conseguiu identificar logo quem estava sem a veste nupcial. Provavelmente, essa pessoa era uma convidada, mas preferiu não colocar a veste nupcial, e exatamente por isso ela foi lançada para fora da festa.
O convite ainda está sendo feito. Deus continua enviando os seus servos por toda a terra convidando a todos para as bodas do banquete de casamento de seu Filho.
Você já recebeu o convite? Já o aceitou ou rejeitou? Se aceitar lembre-se: é o Rei que dá a veste nupcial para você entrar na festa, sem essa roupa você não poderá participar da festa. 
Esta veste nupcial hoje representa a fé na graça de Deus, representa a fé no sacrifício de Cristo na cruz por nós, representa a fé na morte e ressureição de Cristo, representa a fé na segunda vinda de Cristo, representa a fé na vida eterna, dada pela graça por meio de Jesus Cristo.  Portanto, o convite está sendo dado e a veste nupcial também, você somente precisa aceitar o convite e vestir a roupa que o Rei providenciou, caso contrário, será lançado fora da festa. Ninguém com as suas próprias roupas (bondade, justiça, amor, boas obras, religiosidade, etc.) ficará na festa, é preciso a veste nupcial que é dada somente pelo Rei.
Todos os chamados poderão vir à festa, mas somente os que estiverem vestidos com a veste nupcial é que permanecerão nas bodas de casamento do Filho de Deus. Não rejeite o convite do próprio Deus, deixe seu trabalho de lado, seus afazeres e venha participar da festa que ele está oferecendo. Não queira usar na festa a roupa que você mesmo escolheu, vista a que Ele lhe deu e, assim, você poderá festejar com o próprio Deus. Lembre-se: somente com a veste nupcial você permanecerá na festa, caso contrário, será lançado nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes.
Deus manda o convite e a veste nupcial, precisamos somente aceitar o convite e vestir a roupa. É difícil recebermos um convite para uma festa e, além disso, recebermos a roupa também. Mas Deus é um Deus de amor e quer que todos participemos da festa. Deus não quer que ninguém se sinta desprezado ou humilhado, por isso a roupa é a mesma para todos. Mas Deus é um Deus de justiça também, ele não aceitará ninguém que venha com sua própria roupa. Portanto, não teimamos em entrar com nossas próprias roupas! Como já foi dito, Deus é um Deus de amor, mas também é um Deus justo. Se você insistir em ir com sua própria roupa pode ter a certeza de que será jogado para fora da festa. Portanto, seja humilde e vá com a veste nupcial que o próprio Rei está lhe oferecendo, assim você poderá ficar e desfrutar da festa do Cordeiro de Deus.
                                                                               Irio Edemar Genz

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Os religiosos também precisam se converter.



Mateus 21:28-32: O que acham? Havia um homem que tinha dois filhos. Chegando ao primeiro, disse: ‘Filho, vá trabalhar hoje na vinha’. E este respondeu: ‘Não quero!’. Mas depois mudou de ideia e foi. "O pai chegou ao outro filho e disse a mesma coisa. Ele respondeu: ‘Sim, senhor!’. Mas não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam eles. Jesus lhes disse: Digo-lhes a verdade: Os publicanos e as prostitutas estão entrando antes de vocês no Reino de Deus. Porque João veio para lhes mostrar o caminho da justiça, e vocês não creram nele, mas os publicanos e as prostitutas creram. E, mesmo depois de verem isso, vocês não se arrependeram nem creram nele.

Jesus, ao contar essa parábola aos sacerdotes e líderes religiosos de sua época, o faz quase que na forma de um desenho para que eles possam entender – já que é tão difícil de eles compreenderem a sua mensagem, diríamos que Jesus resolveu desenhar.  E Jesus ao “desenhar” faz com que eles mesmos deem a resposta que não queriam reconhecer.

Antes de Jesus contar essa parábola – bem como, as demais que seguem – podemos perceber que os líderes religiosos e os sacerdotes já tinham provas suficientes para acreditar que Jesus era o Messias. O problema é que eles queriam um Messias diferente, queriam um líder político, um líder terreno, talvez, um líder que nascesse em berço de ouro. Mas Jesus vem de um berço humilde, vem anunciar um reino que não é terreno – totalmente o oposto do que eles esperavam.
Os profetas deram testemunho do Messias. João Batista veio para confirmar que Jesus Cristo é o Messias, mas mesmo assim os sacerdotes e líderes religiosos não acreditam que Cristo é o Messias, o Salvador. Somente no capítulo 21 do evangelho de Mateus temos seis citações (profecias) que foram feitas pelos profetas e vemos as multidões reconhecendo elas se cumprindo em Cristo. Até as crianças reconhecem, mas os líderes religiosos não querem reconhecer. Os que mais conhecem a letra da Torá se mostram ser aqueles que mais têm dificuldade de reconhecer que Cristo é o Messias. Eles têm um monte de provas para reconhecer que o que Cristo faz é de Deus, é poder de Deus, mas vemos que simplesmente eles não querem aceitar isso.
Já na primeira pergunta que Jesus faz a eles no v. 25 – de onde era o batismo de João? Do céu ou dos homens? –, vemos que eles já sabiam a resposta, mas não queriam aceitar, reconhecer Cristo como o Messias. Por outro lado, eles também não queriam declarar que Cristo não era o Messias, pois temiam a reação do povo. Parece-me que os líderes daquela época não tinham muito a convicção de que estavam fazendo a vontade de Deus, então, preferiam ficar neutros. Assim, não corriam o risco de ser ridicularizados pelo povo que realmente acreditava que Cristo era o Messias. Vemos, portanto, os líderes se mantendo neutros: por um lado, para não reconhecer a verdade e, talvez por outro, para manter o seu status diante do povo. Uma situação que me parece não estar muito longe de nós hoje.
Contudo, como foi dito no início, Jesus precisa “desenhar” para que os líderes religiosos entendam. Por isso, ele conta uma parábola tão simples que qualquer criança seria capaz de entender. E parece que, realmente, os líderes só vão entender a parábola ao darem eles mesmos a resposta.  Mas, se olharmos mais à frente veremos que, mesmo assim, eles continuam imersos em sua arrogância e prepotência. Realmente, eles não querem aceitar que Cristo é o Messias, que o que Cristo faz, o faz pela mão poderosa de Deus.
E Jesus termina a parábola dizendo que os publicanos e as prostitutas entrarão no reino de Deus muito antes que eles, pois os publicanos e as prostitutas ao ouvirem a mensagem de João estavam se arrependendo de seus pecados e reconhecendo que Cristo era o Messias ao passo que eles, grandes líderes religiosos relutavam em aceitar e se arrepender de seus pecados, mesmo diante de tantos sinais apresentados frente aos seus olhos.
Assim como naquela época os líderes religiosos queriam interpretar a Torá a sua maneira, hoje muitos também querem interpretar as Escrituras dessa forma. Aqueles líderes criaram um Messias em sua cabeça, um Messias terreno, sobre o qual a Torá nunca se referiu e, com isso, criaram um problema para si mesmos. E hoje não é muito diferente. Existem líderes que já criaram um Jesus somente profeta, outros criaram um Jesus somente histórico, outros criaram um Jesus legalista, outros criaram um Jesus liberal, etc., e assim, acabam não entendendo nem aceitando mais o Jesus Salvador, o Jesus que está claramente descrito nas Sagradas Escrituras.
Da mesma forma, continuamos vendo prostitutas e vários outros pecadores tendo suas vidas transformadas ao passo que “religiosos” preferem ficar procurando um Jesus que se encaixe eu seu padrão de pensamento do que reconhecer que, esse Jesus descrito nas Sagradas Escrituras, é o verdadeiro Messias, o verdadeiro Salvador. Enquanto muitas pessoas simples e iletradas como Pedro são poderosamente usadas nas mãos de Deus, muitas pessoas versadas são completamente reprovadas por Jesus Cristo (Mt 23. 13-33). Mas, em meio a essas serpentes, raça de víboras, Jesus também envia sábios e escribas (Mt 23.34).
Qual dos dois filhos fez a vontade do Pai? Responderam eles: o primeiro, aquele que disse não, mas depois se arrependeu e foi. Portanto, de nada adianta alguém dizer que vai fazer, mas depois não o faz – e isso parece-me que tem sido a atitude de muitos religiosos.
Que possamos ser como o primeiro filho, como os publicanos e as prostitutas que realmente creem e se arrependem dos seus pecados e que não ficam procurando um argumento na lei (ou seja, na Torá, nas Escrituras Sagradas) para condenar o Salvador ou tentar encontrar um Salvador segundo a sua consciência procura. Que possamos aceitar este Jesus descrito nas Sagradas Escrituras, o qual se revela a nós através da Palavra de Deus pela ação do Espírito Santo até mesmo para pessoas que nem sabem ler.
                                                                          
                                                                                             Irio Edemar Genz
                              

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Deus não nos chamou para ficarmos parados.




“Eu não sei qual é a vontade de Deus para a minha vida, qual é o dom que ele me deu” – essa é a resposta dada pela maioria dos cristãos atualmente. Talvez, a forma de obtermos esta resposta é voltarmos para a nossa adolescência (claro, quem já passou dela).  A nossa adolescência também é marcada por dúvidas; muitos nessa fase ficam de braços cruzados, parados, pois ainda não tomaram a decisão do que querem ser  na vida.
Os pais sempre tem um objetivo para seus filhos. Alguns querem que seus filhos sejam médicos, professores, engenheiros, agricultores, pastores, etc., e cada família vai fazer tudo o que está ao seu alcance para que esse seu objetivo se realize. Mas é claro que, quando o adolescente atinge uma maturidade, os pais que realmente amam seus filhos os deixarão livres para que eles mesmos decidam o rumo de sua vida. Sendo assim, cada filho que vive com seus pais sabe qual é a vontade dos mesmos para a sua vida.
Com Deus não é diferente! Quando vivemos na presença de Deus sabemos qual é a sua vontade para as nossas vidas, qual é o dom que ele nos concedeu.  Assim como um filho, que vive com seus pais, sabe qual é o objetivo de seus pais para a sua vida, assim também o cristão que vive na presença de Deus sabe qual é o objetivo de Deus para a sua vida – lembrando que não me refiro aqui de escolhas que são feitas por imposição da parte dos pais.
Portanto, vemos que a causa de muitos ficarem de braços cruzados não é por não saberem a vontade de seus pais para a suas vidas. Ou – no caso que estamos observando em nossa reflexão – dos cristãos ficarem de braços cruzados por não saberem a vontade de Deus para as suas vidas. O problema está em tomar uma decisão! Claro que para o “cristão” que não ora e não lê a Bíblia, não tem um relacionamento com Deus assim como um filho tem com o seu pai, fica realmente difícil saber o objetivo de Deus para a sua vida.
Lembro aqui os dons que Deus concede à Igreja para sua edificação e anúncio de seu reino (1 Co 12; Ef 4.11). Mas antes, quero enfatizar e deixar claro que os dons não são dados para a igreja instituição, nem para serem usados somente dentro da igreja instituição, ou seja, dentro do templo. Os dons são dado por Deus para mim e para você colocarmos em prática onde nós estivermos, seja no trabalho, seja na escola ou faculdade, em casa, na rua. Deus não nos deu os dons para serem usados somente dentro de quatro paredes, ou seja, dentro da igreja (templo). Quando nós entendermos que os dons são dados para a Igreja – corpo de Cristo –, ou seja, para mim e para você e que eles devem ser colocados em prática onde nós estivermos, sem precisarem necessariamente de uma ordenação institucionalizada, viveremos sem a preocupação de que não estamos fazendo a vontade de Deus.
Precisamos lembrar-nos que todo cristão foi chamado para ser um “sacerdote”, ou seja, para anunciar a Palavra de Deus e servir com seus dons.  Uma ordenação institucionalizada somente acontece em casos específicos, onde a igreja (agora sim, instituição) faz uso da ordenação de um ou mais cristãos para exercerem seus dons em local específico/fixo, ou seja, na igreja, no templo. Os casos mais comuns são a ordenação de pastores/as.
É Deus quem concede os dons. A igreja/instituição somente os reconhece e faz a ordenação pública de alguém quando necessário.  Portanto, precisamos tirar da nossa mente que servir a Deus é tarefa apenas de pessoas ordenadas ou, ainda, de que precisamos ser ordenados para servir a Deus. Precisamos tirar da mente que o único lugar de servir a Deus ou adorá-lo é na igreja (templo).  O templo é um dos lugares onde o povo de Deus pode se reunir em maior número para aprender mais, para fortalecer a sua fé, até para louvar e adorar a Deus junto com os demais irmãos, mas ele não é o lugar exclusivo para exercermos nossos dons.
Veja na Palavra de Deus qual é o dom que Ele lhe concedeu ou peça em oração que Deus lhe conceda um dom e exercite-o no seu trabalho, na escola, na faculdade, em casa, na rua, ou seja, onde você estiver e com quem você estiver.  Assim você certamente estará fazendo a vontade de Deus.
É preciso tomar uma decisão. Deus não nos chamou para ficarmos de braços cruzados. Os  dons já foram dados, é preciso exercita-los, ou se alguém ainda não tem é somente pedir.  Descruze os braços e exercite o que já foi lhe dado ou descruze os braços e peça um dos dons.  A partir desta leitura creio que Deus está lhe tirando essa dúvida e lhe pedindo uma decisão.
Decida descruzar os braços, pois com os braços cruzados ninguém faz nada.
                                                                                                       Irio Edemar Genz

domingo, 1 de maio de 2016

Somos imitadores de Deus? As pessoas nos veem assim?

Efésios 5:1-21
Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.
Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos.
Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças.
Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral nem impuro nem ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.
Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência.
Portanto, não participem com eles dessas coisas.
Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor.
Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz.
Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso.
Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas.
Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti".
Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus.
Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.
Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo.

            Temos um exemplo de cristãos que se diziam imitadores de Deus, mas não eram
vistos desta maneira.
Gandhi e o cristianismo
Muitas das práticas de Mahatma Gandhi, foram tiradas do Novo Testamento, onde ele leu várias vezes o Sermão da Montanha e considerava-o uma diretriz e fonte de sua inspiração.  Apesar disso, ele nunca se converteu ao cristianismo, doutrina a qual ele tinha a seguinte opinião:
"Minha associação com os cristãos vem de 1889 e houve um tempo em minha vida em que considerei sinceramente adotar o cristianismo como minha religião, onde na minha busca, encontrei muitos acadêmicos e pensadores que me causaram um profundo impacto, mas não me convenceram."
Mahatma Gandhi, chegou a conclusão de rejeitar o cristianismo, após um incidente ter ocorrido na África do Sul, onde ele morou enquanto estudava Direito, e estava pensando seriamente em tornar-se um cristão.  Mahatma Gandhi então decidiu ir a um culto em uma igreja.
Mas, quando entrava na igreja, um presbítero sul-africano branco o barrou e lhe disse: "Onde você pensa que vai, Kaffir? (Kaffir é uma maneira sarcástica e preconceituosa de se referir a um indiano)." E Mahatma Gandhi então respondeu: "Eu gostaria de adorar aqui."  Então o presbítero o retrucou:  "Não há lugar para Kaffirs nessa igreja.  Saia daqui ou pedirei ao meu ajudante pra te jogar você escada abaixo."

Aquela péssima postura do presbítero, levou Mahatma Gandhi, a decidir que adotaria as coisas boas do cristianismo, mas que jamais se tornaria um cristão!
Palavras de Mahatma Gandhi: "Gosto de seu Cristo, não gosto dos seus cristãos, seus cristãos são tão diferentes de seu Cristo. Se os cristãos realmente vivessem de acordo com os ensinamentos de Cristo, como descritos na Bíblia, toda Índia seria cristã hoje. Só podemos vencer com o amor, nunca com o ódio." Fonte:  Ministério de Jovens Portas Abertas    
”Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz”. Ralph Waldo Emerson